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Raphael De Angeli - Rede Gazeta
Publicação: 14/04/2011 16:57 Atualização: 15/04/2011 09:00
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Seguindo o velho clichê de que a primeira impressão é a que fica, muitos condomínios da Grande Vitória vêm procurando melhorar a “aparência” dos edifícios por meio de reformas na fachada.
E esse tipo de serviço não serve somente para deixar o imóvel mais moderno como também para resolver alguns problemas estruturais recorrentes em construções mais antigas, como infiltrações, desplacamento de cerâmica e reboco danificado.
Segundo especialistas da área, o primeiro passo para começar uma obra como essa é reunir os condôminos em uma assembleia, decidir quais os principais setores que serão reformados e, por fim, contratar um profissional qualificado, na maioria das vezes um arquiteto, para fazer o projeto. Daí pra frente, o condomínio deve contratar uma empresa que realiza o serviço.
O sócio da Espíndula Esquadrias de Alumínio Halex Sandro de Carvalho Souza conta que esse tipo de serviço está em crescimento. “Uma área onde cresce muito a reforma de fachada é Jardim da Penha. Muitos condomínios estão trocando a parte estética, para ficar mais apresentáveis e valorizar o imóvel”.
Segundo ele, a troca dos portões de ferro por armações de alumínio ou fachadas de vidro são os tipos de serviços mais comuns. “Na verdade, o alumínio tem durabilidade maior do que o ferro, sem contar que é mais leve. Já o vidro possibilita a visibilidade, é resistente e mantém o critério de segurança”, afirma.
Em obras como essa, o preço pode variar entre R$ 20 mil e R$ 100 mil, dependendo do tamanho do condomínio e do modelo do portão. Quanto ao tempo, a média é de um a quatro meses.
Infiltrações e pintura envelhecida são comuns
As mudanças na fachada do condomínio não se limitam somente à instalação de novas esquadrias de alumínio, guarda-corpos e guaritas de vidro. Em muitos casos, é necessária uma reforma na alvenaria do edifício. Nesse caso, são as empresas de construção civil que devem ser procuradas.
É o que conta Dannilo Alberto Zorzal Rossi, engenheiro civil, sócio e responsável técnico da Sedan Construções e Reformas. “A gente é chamado em duas situações, quando o edifício tem problemas, como infiltrações e pintura envelhecida, ou quando o condomínio quer modernizar a fachada”, conta.
Segundo ele, algumas empresas estão usando o conceito chamado retrofit para buscar a valorização do imóvel por meio da reabilitação de fachadas.
O termo, que é usado pelos setores de engenharia e arquitetura, consiste em conservar a estrutura original do edifício e acrescentar a ela materiais e equipamentos modernos, como o ACM, também conhecido como alumínio composto. O produto é formado por duas chapas de alumínio com um núcleo de plástico e chama a atenção pela durabilidade.
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